
RESENHA: NewDad deixa o shoegaze flertar com o pós-punk em Altar, disco denso, pesado e melancólico sobre perdas, traumas e aprendizado cotidiano. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Em URGH, o Mandy, Indiana desmonta o rock com noise, industrial e raiva política: um disco agressivo, sombrio e feito para causar medo. Texto: Ricardo...

RESENHA: No álbum Dream life, Marta Del Grandi mistura memórias, política e fantasia num pop sofisticado entre dream pop, folk e ambient, com voz em primeiro...

RESENHA: Loopcinema mistura psicodelia, vibe de VHS antigo, colagem sonora e erro criativo. My-lovely-yellow-kombi é viagem sem mapa, entre indie e space pop. Texto: Ricardo Schott...

Surgido da cena carioca, o AlterEgo é um selo indie, mas também é um espaço de articulação, que surge como resposta a tudo que vem rolando...

O Coletivo de Artistas da Baixada Fluminense volta a brotar no Festival de Verão do Dolores Club, na Lapa, no dia 6 de fevereiro (sexta-feira), reunindo...

RESENHA: I used to go to this bar, oitavo disco do Joyce Manor, mistura pop-punk, power pop e pós-punk: melodias à Weezer, sarcasmo adulto e uma...

RESENHA: Adult Leisure mistura pós-punk 1980s e indie 2000s com guitarras pesadas. Estreia flerta com Cure, power pop e melancolia. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora:...

RESENHA: Flau Flau estreia com Íntimo oriental, disco que cruza intimidade, Paraíba, pop psicodélico e soft rock para falar de memória, afeto e vida adulta. Texto:...

RESENHA: Duo Femcels faz pop tosco e irônico, com som de software velho e letras estilo blog dos anos 2000, retratando incels, inseguranças e adolescência patética....